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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Altar-lateral da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens


Na foto vemos em primeiro plano o altar-lateral da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, na Rua da Alfândega, com a imagem da Sagrada Família. Os altares laterais e o púlpito desta igreja são do século XIX e apesar de se harmonizarem com os elementos da talha rococó, já trazem características próprias do neoclássico, como simplicidade e simetria. A talha é assinada por Antônio de Pádua e Castro. 

Foto: Alexandre Siqueira.  



 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao anoitecer


Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao anoitecer.

Foto: Leo Ladeira. 



Conjunto arquitetônico localizado à Rua Teófilo Otoni


Interessante conjunto localizado à Rua Teófilo Otoni, Centro do Rio.

Foto: Leo Ladeira.




Torres da Igreja de São Francisco de Paula vistas da Igreja de São Francisco da Penitência


Torres da Igreja de São Francisco de Paula vistas da Igreja de São Francisco da Penitência, no Largo da Carioca.
 
Foto: Leo Ladeira.




Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como Arcos da Lapa


Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como Arcos da Lapa.

Foto: Leo Ladeira.




Sobrado de 1896, na Saúde


Sobrado histórico datado de 1896, localizado à Rua Sacadura Cabral, na Saúde, Zona Portuária do Rio.

Foto: Leo Ladeira.




Igreja de Nossa Senhora da Penha de França


Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, popularmente conhecida como Igreja da Penha.

Foto: Leo Ladeira.




Castelinho da Ilha Fiscal visto da Baía de Guanabara


Castelinho da Ilha Fiscal visto da Baía de Guanabara. Ao fundo o Pão de Açúcar.

Foto: Leo Ladeira.




Detalhe da fachada da Villa Maurina, em Botafogo


Detalhe da fachada da Villa Maurina, à Rua General Dionísio, 53, em Botafogo. A casa, de 1915, foi residência, ao longo de quatro décadas, de Maurina Dunshee de Abranches Pereira Carneiro, mais conhecida como Condessa Pereira Carneiro (1899 - 1983), esposa do Conde Ernesto Pereira Carneiro e diretora-presidente do Jornal do Brasil de 1953 até a data de sua morte. De arquitetura art-nouveau, a Villa Maurina foi tombada em 1987, pelo Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural. Se destaca pelos vitrais coloridos, pelos desenhos do gradil, pelo suntuoso arco de entrada da casa e pela decoração floral da fachada. O palacete foi construído pelo italiano Antonio Jannuzzi. A partir de 1994 passou a funcionar como centro cultural, batizado de Instituto Cultural Villa Maurina e presidido por Leda Marina do Nascimento Brito. Não sabemos qual é o atual uso da casa, mas é visível que está precisando de uma reforma.

Foto: Leo Ladeira.



Escultura na marquise do antigo Cinema Pathé, na Cinelândia


Escultura na marquise do Edifício Natal, que abrigou por muitos anos o antigo Cinema Pathé, na Cinelândia. O edifício, de 1927, foi projetado por Ricardo Wriedt. O cinema deixou de funcionar nos anos 90, quando passou a sediar uma igreja evangélica.

Foto: Leo Ladeira.



Azulejos da varanda do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa


Azulejos da varanda do Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo, um dos mais belos casarões de Santa Teresa, datado de 1907. Não confundir com o Parque das Ruínas, onde morava a famosa mecenas do Rio no início do século XX.

Foto: Leo Ladeira.



Maquete do Mosteiro de São Bento


Maquete do Mosteiro de São Bento
 

Foto: Alexandre Siqueira.



A imponência do Theatro Municipal do Rio de Janeiro


A imponência do Theatro Municipal, quando da conclusão de sua mais recente restauração, em 2009.
 
Foto: Alexandre Siqueira.


Palacete do Parque Lage


Palacete do Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico. São notáveis os acessos laterais e frontais. Sua ornamentação, de influência italiana, é composta de mármores, azulejos e ladrilhos. Tombado pelo IPHAN desde 1957, e abriga a EAV (Escola de Artes Visuais) desde 1975. 

Foto: Alexandre Siqueira. 



 

Detalhe da fachada da Igreja de Santo Antônio dos Pobres


Detalhe da fachada da Igreja de Santo Antônio dos Pobres, Rua dos Inválidos, Centro. Saiba mais sobre este templo histórico aqui

Foto: Alexandre Siqueira.



Azulejos de casa histórica em Santa Teresa


Azulejos de casa histórica em Santa Teresa, na Rua Monte Alegre, indicando o ano da construção: 1873. 

Foto: Leo Ladeira.



Vista aérea da Igreja de Santa Luzia


Vista aérea da Igreja de Santa Luzia, no bairro do Castelo. No passado ela situava-se entre o Morro do Castelo e o mar. A praia à frente do templo era inclusive chamada de Santa Luzia e bastante frequentada até desaparecer por completo após a ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont. A devoção de Santa Luzia no Rio remonta aos primórdios da história da cidade. Neste local existia uma capela primitiva que foi demolida em 1752, data que marca o início da construção do atual templo. Em 1872, a igreja ganhou uma grande remodelação, quando foi alterado o frontispício original, construídas duas novas torres mais altas e duas portas para a entrada, além de nova decoração interior (em estilo neoclássico), assinada por Antônio de Pádua e Castro. Nesta recente imagem aérea da igreja, vemos as torres revestidas por azulejos, as balaustradas e um dos sinos em bronze.
 
Foto: Leo Ladeira.




Jardim Suspenso do Valongo


O Jardim Suspenso do Valongo faz parte do Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana e está situado à Ladeira do Valongo e também possui acesso pela Rua Camerino. Projetado pelo arquiteto-paisagista Luis Rei em 1906, o Jardim do Valongo encontra-se a sete metros acima do nível da rua, em um terreno elevado por uma enorme muralha de arrimo. Foi construído como parte do programa de reurbanização do porto feito pelo prefeito Pereira Passos. O jardim é um típico exemplar de paisagismo romântico e que obedece à tradição de Auguste Glaziou, onde todas as pedras existentes são falsas ou são recobertas por argamassa de forma a unificar o conjunto pétreo do jardim. Foram criados também troncos de árvore em argamassa armada, caídos na relva como que sugerindo a renovação do jardim pela natureza e pelo tempo. Um dos maiores destaques do espaço são as quatro estátuas em mármore representando divindades romanas: Minerva, Mercúrio, Ceres e Marte. Estas estátuas foram criadas para ornamentar o Cais da Imperatriz em 1843, e foram levadas para o Jardim no início do século XX, quando o cais encontrava-se em ruínas. O chalé suíço que funcionava como Casa da Guarda havia sido depredado,  descaracterizado e invadido por três a quatro famílias. Agora, está restaurado. 

Foto: Alexandre Siqueira.
Pesquisa: Leo Ladeira. 




Fachada do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro


O Mosteiro de São Bento é considerado o melhor empreendimento arquitetônico realizado no Rio de Janeiro no século XVII e um dos maiores exemplares da arte colonial brasileira. A rígida simetria da fachada da igreja apresenta a austeridade e sobriedade próprios do maneirismo. O frontão triangular é ladeado por duas torres de base quadrangular e arrematadas por pirâmides de alvenaria, entre quatro pináculos esféricos de granito. O corpo central é delimitado nas laterais por cunhais de cantaria com coruchéus. Em 1880 foram instaladas as grades de ferro alemão, que fecham os arcos da galilé.

Foto: Alexandre Siqueira. 




Frontão da Igreja de Santa Rita, no Centro do Rio


Em primeiro plano vemos o frontão da Igreja de Santa Rita, decorado por uma cruz de arabescos e motivos florais. Ao lado, a torre sineira desta história igreja carioca localizada na Av. Marechal Floriano. A fachada apresenta frontispício simples, sóbrio e delimitado por fortes cunhais em cantaria e frontão de linhas curvas com volutas em mármore de lioz. A portada neoclássica, também de lioz, é encimada por duas janelas do coro. À direita, situa-se a pesada torre sineira única, de arcada dupla, arrematada por coruchéus e elemento bulboso. A fachada é movimentada apenas pela curva reversa da cimalha abaixo do óculo e pelo desenho curvilíneo do frontão. 
 
Foto: Leo Ladeira.




Contraste entre o antigo e o novo na Rua do Ouvidor


Contraste entre o antigo e o novo na Rua do Ouvidor, no Centro do Rio.
 

Foto: Leo Ladeira.



Salão do Palácio do Catete


Suntuosidade de um dos salões do Palácio do Catete, atual Museu da República.
 

Foto: Alexandre Siqueira.



Praça Jornal do Comércio, na Saúde



Praça Jornal do Comércio, com vista para a Rua Sacadura Cabral, Saúde.
 
Foto: Alexandre Siqueira.



Casario histórico à Rua Buenos Aires, Centro do Rio


Casario histórico à Rua Buenos Aires, Centro do Rio. 

Foto: Alexandre Siqueira.



Estação Central do Brasil


Estação Central do Brasil, antiga Dom Pedro II, construída a partir de 1937 e inaugurada em 1943, em estilo art-déco. Destacam-se o coroamento escalonado da torre, o espaço interno da gare, as marquises dos acessos, entre outros detalhes.  
 
Foto: Alexandre Siqueira.




Marco da Fundação do Rio de Janeiro


Em 1º de março de 2017, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro completa 452 anos de fundação. Na imagem vemos o marco original da fundação da cidade, de 1565, colocado por Estácio de Sá entre o Morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar. De mármore português, traz em uma das faces as armas portuguesas e na outra a Cruz de Cristo. Se encontra na Igreja de São Sebastião (Igreja dos Capuchinhos), na Tijuca.
 
Foto: Leo Ladeira.




Lampadário e reloginho da Carioca


Em meio ao burburinho do Largo da Carioca, no Centro do Rio, ergue-se o harmonioso lampadário e reloginho da Carioca, executado pela Fundição Brasileira Klober & Cia em 1909. O monumento é constituído por uma coluna de bronze sobre uma base de granito, onde podem ser vistas as armas da cidade. O maior destaque são três sereias aladas representando o comércio, a indústria e a navegação. O reloginho de quatro faces foi anexado posteriormente, no lugar onde existiam três braços em forma curvilínea que sustentavam os lampiões.

Foto: Alexandre Siqueira. 



Sala dos Archeiros (ou Pátio dos Arqueiros) no Paço Imperial


A Sala dos Archeiros (ou Pátio dos Arqueiros) é um elegante salão em estilo eclético localizado no histórico Paço Imperial, na Praça XV. A sala recebeu esse nome em referência à guarda real que ficava naquele espaço, muito embora a claraboia tenha sido construída durante o período republicano, assim como os rendilhados junto ao teto, um delicado trabalho decorativo.

Foto: Leo Ladeira. 




Biblioteca Nacional em restauração


Um de nossos maiores patrimônios históricos, o edifício da Biblioteca Nacional (de 1910), ainda está em restauração. Em breve, teremos de volta a belíssima fachada que mistura elementos neoclássicos e art-nouveau e todo seu conjunto arquitetônico, além obviamente de seu acervo, a serviço da sociedade carioca e brasileira.
 
Foto: Alexandre Siqueira.



Detalhe do Chafariz de Mestre Valentim, na Praça XV


Detalhe do Chafariz de Mestre Valentim, popularmente conhecido como Chafariz da Pirâmide. A fonte foi inaugurada em 26 de março de 1789, no então Largo do Paço (atual Praça XV), como parte das obras de remodelação do Largo, idealizadas pelo vice-rei D.Luís de Vasconcelos. O chafariz foi instalado à beira-mar para abastecer os navios que ancoravam no cais. É formado por uma torre de quatro faces, sobre a qual ergue-se uma pirâmide de base quadrangular. Um emblema heráldico em mármore branco (foto), contem inscrição em latim registrando o reinado de D.Maria I e o governo de D.Luis de Vasconcelos. O chafariz foi construído com granito carioca e elementos ornamentais de lioz português.
 
Foto: Leo Ladeira.




Igreja de São Jorge e São Gonçalo Garcia


Em homenagem a São Jorge, uma (re)visita à sua popular Igreja, à Rua da Alfândega, 382 - Centro. Datada do século XVIII, a Igreja de estilo colonial está em bom estado de conservação e congrega a devoção a dois santos mártires: São Gonçalo Garcia & São Jorge, após a demolição do antigo santuário do santo guerreiro. Hoje temos a importância histórica, cultural e religiosa da Igreja da Venerável Confraria dos Gloriosos Mártires São Gonçalo Garcia & São Jorge.
 
Foto: Alexandre Siqueira.



Fachada da Igreja de Santa Rita, no Centro do Rio


Na foto vemos a Igreja de Santa Rita, no Centro da cidade. Testemunha das transformações urbanas naquele ponto do Centro, a igreja de Santa Rita foi construída a partir de 1721 e reformada em 1870. A talha, em estilo rococó, foi executada entre 1753 e 1759.
 
Foto: Leo Ladeira.



 

Capela de Nossa Senhora da Conceição, na Igreja de São Francisco da Penitência


Na imagem vemos o altar da Capela de Nossa Senhora da Conceição, capela primitiva da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. Suas obras foram iniciadas em 1619 e concluídas em 1622. Deixou se ser usada ainda no século XVII, para a construção de uma igreja, que seria depois, no século XVIII, substituída pelo templo atual. A exuberante talha dourada que vemos foi executada por Manuel de Brito e Xavier de Brito na mesma época da decoração da igreja, ou seja, não restaram vestígios da decoração original da capela. Destacam-se na capela o mausoléu de mármore branco de D.Pedro Carlos de Bourbon, sobrinho de D.João VI; o vulto dos quatro evangelistas nas volutas inferiores, a pintura de teto, com a imagem de N.S.da Conceição; e as pinturas sobre madeira com episódios da vida da Virgem.  O altar que traz uma bela e antiga imagem de Nossa Senhora da Conceição tem dossel ladeado por figuras da Fé e Esperança, atribuídas a Xavier de Brito. 

Foto: Leo Ladeira.




Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé


Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, localizada à Av.Primeiro de Março, Centro do Rio. A talha dourada de estilo rococó é considerada uma das mais belas da cidade por sua delicadeza e elaboração. O conjunto formado pelo arco-cruzeiro, parede do cruzeiro e capela-mor destaca-se pela perfeita unidade formal da composição. A talha, executada em 1785, possui movimentos ondulados e aspecto claro e leve. Na reforma de 1888/1900, novos elementos ornamentais foram acrescidos aos já existentes, sendo entretanto respeitado o espírito rococó original. Construída a partir de 1761, foi catedral do Rio de 1808 a 1976, quando a Sé se transferiu para a nova Catedral Metropolitana, na Av.Chile. 

Foto: Leo Ladeira. 



 

Igreja de Santa Luzia: Testemunha da evolução histórica do Rio


Você sabia que até o início dos anos 30 do século passado, antes da ampliação do aterro para a construção do Aeroporto Santos Dumont, havia uma praia em frente à Igreja de Santa Luzia (foto), à Rua Santa Luzia, Centro? Após a demolição do Morro do Castelo, na década de 20, sucessivos aterros foram executados para a criação da Esplanada do Castelo, afastando definitivamente o mar e fazendo a praia desaparecer da costa carioca. A atual fachada data de 1872, quando a Igreja de Santa Luzia ganhou uma grande remodelação, sendo alterado o frontispício original, instalado o frontão triangular - próprio do neoclassicismo - , construídas duas novas torres mais altas e duas portas para a entrada;  além de uma nova decoração interior, em estilo rococó tardio ou neoclássico, assinada por Antônio de Pádua e Castro. A reforma deu maior proporção à fachada, antes muito singela. As torres sineiras possuem portas, óculos, balaustradas e arremates bulbosos delgados e verticais revestidos de azulejos sugerindo a forma de minaretes. A cruz central e os sinos são em bronze trabalhado. Já o interior é formado por talhas de boa qualidade, com douramentos sobre fundo branco. Sobre a Praia de Santa Luzia, leia esta matéria, no Site Rio & Cultura.
 
Foto: Alexandre Siqueira. 
Pesquisa: Leo Ladeira.




Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos, na Tijuca


A Basílica (Menor) de São Sebastião dos Capuchinhos, em estilo neo-bizantino de autoria desconhecida. É a quinta basílica menor do Rio, que agora não pode ter mais igrejas elevadas à essa condição. A Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos, localizada na Rua Haddock Lobo, no bairro da Tijuca, foi inaugurada em 15 de agosto de 1931. Trazida da Igreja do Morro do Castelo, edificada em 1567, foi reconstruída por Salvador de Sá em 1583. Para o local foram transportados as chamadas Relíquias Históricas da Cidade: os restos mortais do fundador da cidade do Rio de Janeiro, Estácio de Sá, morto em 1567; o marco zero da cidade fundada em 1565, e a pequena imagem de São Sebastião de 1563. A Igreja de São Sebastião dos Capuchinhos foi elevada a paróquia em 9 de janeiro de 1947 pelo Cardeal Arcebispo Dom Jaime de Barros Câmara. O interior da igreja é ricamente decorado com vitrais, mosaicos e mármores coloridos. Entre 1941 e 1942 a fachada foi alterada pelo arquiteto italiano Ricardo Buffa, também autor do altar-mor.

Foto: Alexandre Siqueira.



Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso


A Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso está localizada no Centro do Rio, no Largo da Misericórdia, atrás do Museu Histórico Nacional. A igreja guarda, desde 1922, os retábulos em estilo maneirista que pertenceram à antiga Igreja de Santo Inácio e que foram transferidos para lá, após a demolição do Morro do Castelo. Outra preciosidade é o púlpito barroco (séc.XVIII), da antiga Igreja dos Jesuítas. A fachada sóbria é do final do século XVIII e apresenta pórtico em pedra de lioz com linhas singelas e sobreverga movimentada. O corpo único é limitado por duas grandes pilastras em cantaria, uma portada, duas janelas no coro e frontão triangular com óculo, atrás do qual se levanta o campanário em forma de edícula, com arremate curvo. Suas linhas gerais seguem um rococó tardio. Destaca-se a boa luminosidade natural e o par de tribunas largas e em linhas clássicas. Na Sacristia destacam-se uma imagem de Santa Isabel, arcazes em jacarandá, lavabo de mármore com embutidos, um relógio e as pinturas “Aparição da Virgem” (1639), “Nossa Senhora da Conceição” (1664), “Nossa Senhora da Misericórdia” (séc.XVII), “Nossa Senhora da Penha” (séc.XVIII) e “Santa Ceia” (séc.XIX).

Foto: Leo Ladeira. 



 

Fachada da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, na Rua da Alfândega


Muita gente que circula apressadamente pela Rua da Alfândega, no Centro do Rio, muitas vezes não percebe a existência de uma pequena igreja comprimida entre edifícios. É a Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, construída a partir de 1758. A fachada foi reconstruída em 1856, mas a igreja ainda apresenta muitas preciosidades, como os retábulos e o arco-cruzeiro, os púlpitos, os portões em serralharia, a talha e as pinturas da capela-mor. Vale a pena visitá-la. Na hora do almoço, em dias de semana, a igreja está sempre aberta. Rua da Alfândega, 54.

Foto: Leo Ladeira.




Pintura do teto da sacristia da Igreja de N.S. da Glória do Outeiro


Pintura do teto da sacristia da Igreja de N.S. da Glória do Outeiro, na Glória. Século XIX.

Foto: Leo Ladeira.




Fachada da Igreja de Santa Rita


A Matriz da Paróquia de Santa Rita, de estilo barroco-rococó do século XVIII, foi tombada pelo IPHAN em 1938. Fica localizada no Largo de Santa Rita, s/nº, Centro e tem alto valor histórico e artístico para a Cidade do Rio de Janeiro. O interior é harmônico, com poucas complementações do século XIX. A talha rococó foi executada em meados do século XVIII, não deixando vestígio da talha original de estilo barroco. 

Foto: Alexandre Siqueira.



Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro


Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, Largo da Lapa, s/nº, Lapa. Uma das mais importantes igrejas históricas da Cidade do Rio de Janeiro, é tombada desde 1938 pelo IPHAN (SPHAN à época). De estilo barroco, data de 1810 (apesar de já existir capela no local desde 1751). O frontispício de linhas sóbrias é formado por um corpo principal que se integra ao frontão triangular sobre pilastras de cantaria. Apenas uma das torres foi finalizada com campanário. O revestimento em azulejos no corpo das torres é considerado característica única nas igrejas da cidade.
 
Foto: Alexandre Siqueira.




Detalhe interno da cúpula da Igreja de Nossa Senhora da Candelária


Detalhe interno da cúpula da Igreja de Nossa Senhora da Candelária, no Centro. Riquíssima em detalhes e pinturas que representam a Virgem, as virtudes e figuras do Velho Testamento, como Jessé, Davi, Salomão e Isaías. A pintura do teto é de autoria de João Zeferino da Costa, com auxílio de Henrique Bernardelli (estudo) e João Batista Castagneto e outros (execução). O teto da nave central traz representações da origem do templo: “Partida do Porto de Palma”, “A Tempestade”, “O Salvamento”, “O Voto Cumprido”, “A Sagração em 1775”,  “A Inauguração”. 
 
Foto: Alexandre Siqueira.



Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José, no Engenho de Dentro


Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José, situada à Avenida Amaro Cavalcanti, 1761, no Engenho de Dentro. Sua construção, em estilo neogótico, data de 1940 e sua restauração foi concluída em 2009.
 
Foto: Alexandre Siqueira.



Interior da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé


Teto em madeira curvada da Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, cuja talha dourada em estilo rococó foi totalmente restaurada conjuntamente à obra de restauro da chamada Antiga Sé, reaberta em 2008. A decoração da talha dourada de estilo rococó é considerada uma das mais belas do Rio por sua delicadeza e elaboração. O conjunto formado pelo arco-cruzeiro, parede do cruzeiro e capela-mor destaca-se pela perfeita unidade. O ponto máximo da movimentação sinuosa de linhas, característica maior do rococó, é a talha do arco-cruzeiro. A Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo da Antiga Sé encontra-se à Rua Primeiro de Março, Centro, em frente à Praça XV.
 
Foto: Alexandre Siqueira.



Um tesouro da Zona Norte do Rio: a Igreja de Nossa Senhora da Penha


Um tesouro da Zona Norte do Rio: a Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, ou simplesmente Igreja da Penha, localizada no alto do Morro da Penha, que na verdade é um enorme penhasco. Bastante conhecida por todos os cariocas, é também famosa por sua popular escadaria de 382 degraus abertos na rocha. O Santuário recebe milhares de fieis, romeiros e visitantes, principalmente no mês de outubro - dedicado à Santa - quando é celebrada a grande Festa de Nossa Senhora da Penha.
 
Foto: Alexandre Siqueira.




Talha barroca da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência


Nave, arco-cruzeiro e capela-mor da Igreja da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, localizada junto ao Convento de Santo Antônio, no Morro de Santo Antônio, Centro. Inteiramente recoberta por talha dourada, trata-se de uma das melhores obras de decoração religiosa  do País.  

Foto: Alexandre Siqueira.



Igreja de São Jorge e São Gonçalo Garcia


Dia 23 de abril é dia de São Jorge! E desde cedo a Igreja de São Jorge e São Gonçalo Garcia (Rua da Alfândega esquina com Praça da República) fica abarrotada de fiéis do Santo Guerreiro. A fachada se destaca pela alta torre, mas o interior está descaracterizado, após sucessivas reformas. Chamam a atenção a imagem de São Gonçalo Garcia (com duas lanças atravessando seu corpo) e as duas imagens de São Jorge: uma no altar-mor e outra na capela lateral.
 
Foto: Leo Ladeira.




domingo, 29 de janeiro de 2017

Fachada da Igreja de Nossa Senhora do Terço e Senhor dos Passos, na SAARA


Fachada da singela Igreja de Nossa Senhora do Terço e Senhor dos Passos (século XVIII), à Rua Senhor dos Passos, em plena SAARA. Apesar de pequena, é a mais significativa igreja da região. A irmandade do Terço foi fundada em 1722, mas só em 1842 seria construída a igreja-sede. O interior é revestido de talha em estilo neoclássico. A igreja possui várias relíquias, como as imagens de São José, N.S.das Dores, Senhor dos Passos e N.S.do Terço. Na sacristia destacam-se o lavatório de mármore e imagens de origem portuguesa. No teto da nave há uma pintura com o símbolo de Nossa Senhora cercada de anjos. Também merecem destaque os azulejos portugueses, as portas e grades de jacarandá e a portada em pedra de lioz. 
 
Foto: Alexandre Siqueira.
Pesquisa: Leo Ladeira. 



 




Igreja e Largo de São Francisco de Paula


O Largo de São Francisco de Paula, com a colonial Igreja de mesmo nome, é um dos mais antigos logradouros da Cidade, tendo sua origem no aterro de uma lagoa que existia na localidade até meados do século XVIII, chamada de Lagoa da Pavuna (não confundir com o bairro da Pavuna). Nele, foi iniciada a construção do que seria a nova Catedral da Cidade, razão pela qual a área chegou a ser denominada de Praça Real da Sé Nova. A Sé nova não chegou a ser concluída, mas seus alicerces estão hoje sob o edifício do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ. Bem no centro do Largo se encontra a estátua de José Bonifácio (1872). O Largo hoje precisa de revitalização, pois em termos históricos é um dos mais importantes espaços públicos da Cidade.
 
Foto: Alexandre Siqueira.




Altar da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, na Rua da Alfândega, Centro do Rio


Um registro do rico e belíssimo altar da Igreja de Nossa Senhora Mãe dos Homens, à Rua da Alfândega, 54, Centro. A igreja histórica remonta a meados do século XVIII, quando a devoção e o zelo religioso eram praticados através de oratórios construídos nas fachadas de casas e sobrados. Partiu desse costume a necessidade de se construir capelas que deram origem a várias igrejas históricas do Centro, como a de Nossa Senhora Mãe dos Homens. No século XIX foram construídos os altares laterais da nave, trocados os pisos e executadas as pinturas da capela-mor. Um santuário de paz em meio à correria do Centro da cidade.
 
Foto: Alexandre Siqueira.