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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Antigo Palacete Dom João VI e antigo Terminal Rodoviário Mariano Procópio, atual Museu de Arte do Rio (MAR)


Neste antes/depois vemos, na imagem antiga, os fundos do Palacete Dom João VI, construído em 1916, na Praça Mauá, para abrigar escritórios de órgãos públicos e companhias do setor marítimo.
 
Vemos também o Terminal Rodoviário Mariano Procópio, a primeira rodoviária do país, inaugurada em 1950. O nome da rodoviária homenageava o idealizador e construtor da Estrada União e Indústria.

Hoje, esse conjunto é ocupado pelo Museu de Arte do Rio (MAR), como observamos na foto recente. A plataforma de cobertura do antigo terminal agora serve para os setores de apoio e serviço do museu, como bilheterias, área técnica etc.

Foto recente: Leo Ladeira.



sábado, 12 de maio de 2018

O Ateliê de Restauração Mestre Valentim, no Jardim Botânico


Mestre Valentim se sentiria orgulhoso e honrado com o trabalho impecável de restauração das 4 esculturas de sua autoria que fazem parte do acervo do Jardim Botânico: Eco, Narciso e duas aves pernaltas originalmente projetadas para o Chafariz das Marrecas (as esculturas de Eco e Narciso) e o Chafariz dos Jacarés (as aves pernaltas). O Chafariz das Marrecas não mais existe, mas o dos Jacarés ainda se encontra no Passeio Público, apesar de estar descaracterizado e necessitar de novo restauro.

Além das obras restauradas, o Ateliê expõe um painel que mapeia as obras de Mestre Valentim que sobreviveram na Cidade e que ainda podem ser apreciadas.

O Ateliê de Restauração Mestre Valentim está aberto à visitação no Jardim Botânico e tem entrada gratuita.

Foto: Alexandre Siqueira.


terça-feira, 8 de maio de 2018

Armazém Senado, patrimônio da boemia tradicional do Rio


Um dos endereços da boemia tradicional do Rio, o bar Armazém Senado foi inaugurado em 1907 em plena Lapa e desde 2011 é considerado patrimônio cultural da cidade. O velho sobrado funcionou, até a década de 1940, como armazém, onde eram vendidos produtos a granel. Dos tempos da fundação ainda restam as prateleiras de madeira e o balcão coberto de mármore de Carrara. Hoje a casa oferece cachaças mineiras, vinhos e cervejas diversas, além de tira-gostos como frios, queijos e salgadinhos. As rodas de samba que acontecem ali aos sábados, a partir das 14h, são muito animadas e concorridas. Localiza-se à Avenida Gomes Freire 256, esquina com Rua do Senado. Excelente pedida para quem aprecia a cultura de botequim carioca!

Foto: Leo Ladeira.



sábado, 5 de maio de 2018

Igreja de Nossa Senhora da Lampadosa, no Centro do Rio


Esta foto mostra o conjunto arquitetônico formado pela Igreja de Nossa Senhora da Lampadosa e dois prédios históricos provavelmente construídos na década de 30 na esquina da Avenida Passos (antiga Rua do Sacramento) e Rua Luís de Camões. A Igreja, como se sabe, foi construída em meados do século XVIII, mas o templo atual em estilo neocolonial data de 1934. A antiga Rua do Sacramento foi alargada, urbanizada e renomeada Avenida Passos em 1903, durante a gestão do próprio Prefeito Pereira Passos.

Foto: Alexandre Siqueira.


segunda-feira, 30 de abril de 2018

A Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, abre as portas para o público



Desde o último sábado (28), o Rio conta com um novo centro cultural na cidade! A Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, abriu suas portas para o público apreciar as obras de arte adquiridas ao longo de sete décadas pelo jornalista, além de mostras temporárias. Chamam a atenção os jardins projetados por Burle Marx, onde vê-se inclusive um trecho do rio Carioca e uma ponte japonesa, além de diversas esculturas de nomes consagrados. Não se trata de um museu-casa. Estão expostas poucas referências à vida privada de Marinho e sua última esposa, Lily Carvalho. Em um dos salões do primeiro andar está o piano de cauda da família. Já no segundo piso, uma placa sinaliza a sacada do quarto do jornalista. A casa rosa neocolonial, de 1939, é o grande destaque, além da coleção. O centro cultural já nasce com café, livraria e programa educativo. Funciona à Rua Cosme Velho 1105, de terça-feira a domingo.

Foto: Leo Ladeira.



sexta-feira, 27 de abril de 2018

Museu e Centro Cultural Casa da Moeda do Brasil


O Museu e Centro Cultural Casa da Moeda do Brasil está aberto desde março, após reforma e restauração. O edifício ficou fechado por mais de duas décadas, mas agora pode ser visitado publicamente. É um belo palacete em estilo neoclássico, tombado pelo IPHAN há apenas 2 anos, que abrigou o primeiro museu do Brasil, o Museu Real (posteriormente Museu Imperial, que deu origem ao Museu Nacional) no século XIX. No século passado, abrigou o Arquivo Nacional por quase 80 anos. Em 1986 foi transferido para a Casa da Moeda, que cedeu seu uso ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio por uma década. O imóvel retornou à Casa da Moeda em 1998, mas ficou sem uso até 2009, quando começaram as obras de restauração. Fica à Praça da República, esquina com Rua da Constituição.

Foto: Alexandre Siqueira.



terça-feira, 24 de abril de 2018

Conjunto eclético da Rua da Carioca


No passado, a Rua da Carioca, no Centro do Rio, apresentava uma configuração diferente da atual. Como a via era muito estreita, o prefeito Pereira Passos a ampliou nas obras de remodelação do início do século XX. Os antigos sobrados do lado par da rua foram demolidos, dando lugar a exemplares de estilo eclético, vistos ao longo de todo esse lado da via. Na foto estão três destes sobrados ecléticos construídos na primeira década do século XX na "mais carioca das ruas".

Foto: Leo Ladeira.



sábado, 21 de abril de 2018

Estátua de Tiradentes, em frente ao Palácio Tiradentes


Para celebrar o feriado de hoje, 21 de abril, uma tomada da estátua de bronze de Tiradentes, localizada em frente ao Palácio Tiradentes, à Rua Primeiro de Março. De linhas sóbrias, o monumento é de autoria de Francisco Andrade e foi inaugurado em 1926, data em que o Palácio também foi inaugurado. O Palácio Tiradentes foi construído no local onde ficava o edifício histórico da chamada "Cadeia Velha", demolido em 1922. De lá, após 3 anos preso, o alferes Joaquim José da Silva Xavier foi conduzido à forca em 21 de abril de 1792, há exatos 226 anos!

Foto: Alexandre Siqueira.



terça-feira, 17 de abril de 2018

Conjunto arquitetônico da Rua Primeiro de Março, Centro do Rio


Mais sobrados históricos do conjunto arquitetônico da Rua Primeiro de Março, Centro do Rio. Destacam-se pelos ornamentos, pelos trabalhos em cantaria, estuques e detalhes, como gradis em ferro fundido, entre outros elementos ornamentais. É uma pena que estejam em mau estado de conservação, especialmente o da direita.

Foto: Leo Ladeira.



sexta-feira, 13 de abril de 2018

Monumento do Barão do Rio Branco na revitalizada Praça dos Expedicionários, Centro do Rio


Este obelisco é um monumento que fica no centro da Praça dos Expedicionários. Com a estátua do Barão do Rio Branco à sua frente, o monumento de 1943 é obra de Felix Charpentier, escultor francês. A estátua do Barão do Rio Branco é uma reprodução da peça original que fica no Palácio do Itamaraty, à Avenida Marechal Floriano. O monumento foi totalmente restaurado e a praça revitalizada e reurbanizada há dois anos pela concessionária Porto Novo. A praça está geograficamente localizada na região onde era uma das encostas do Morro do Castelo, mais ou menos no traçado da antiga Rua da Misericórdia (não confundir com a Ladeira da Misericórdia), que desapareceu quase por completo, restando hoje em dia apenas o trecho adjacente à Ladeira, chamado de Largo da Misericórdia, em frente à Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso. O resultado da revitalização e reurbanização da Praça dos Expedicionários ficou muito bom, mas o local não é frequentado, passando quase despercebido no cotidiano do Centro Histórico.
 

Foto: Alexandre Siqueira.