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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Edifício histórico onde funcionou a Escola República da Colômbia, na Rua Camerino


Na foto, o edifício histórico datado de 1907 onde funcionou por décadas a Escola República da Colômbia. Com dois pavimentos sobre porão em tipologia semelhante a outras escolas de sua época - primeira década do século XX -, o colégio foi interditado porque corria risco de desabamento. Permaneceu fechado (e abandonado) durante muitos anos até ser restaurado para abrigar o CEDIM (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher), instalado ali desde 1997. Localiza-se à Rua Camerino, 51, no Centro.
 
Foto: Alexandre Siqueira.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Sobrado onde funciona a Brasserie Caffè Olé, no Largo de São Francisco (RJ)


Em pleno Centro histórico do Rio, mais precisamente próximo ao Largo de São Francisco, funciona a charmosa Brasserie Caffè Olé, que dispõe de um restaurante e um espaço lounge para eventos. Até 2016 o restaurante estava instalado no Sebo Letra Viva, na Rua Luís de Camões. Atualmente funciona neste elegante prédio histórico, à Rua do Teatro 3. Aberto de segunda a sexta, das 11h às 20h.

Foto: Leo Ladeira.







sábado, 3 de fevereiro de 2018

Sobrados históricos da Rua Primeiro de Março, no Centro do Rio


A linha de sobrados históricos da Rua Primeiro de Março, no Centro do Rio, apresenta interessantes exemplares de ambos os lados. Do lado par da antiga Rua Direita encontram-se estes três sobrados ecléticos que destacam-se por seus ornamentos, trabalhos em cantaria, estuques e outros detalhes, como gradis em ferro fundido (esquerda), uma estrela de seis pontas, a estrela de Davi (centro) e um monograma, "RP" (direita), entre outros.

Foto: Leo Ladeira.   




sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

O Beco dos Barbeiros, um dos poucos remanescentes do período colonial


A Igreja da Ordem Terceira do Carmo, da foto anterior, é ladeada por um dos raros vestígios da urbe colonial: o Beco dos Barbeiros. Um dos poucos becos da Cidade que sobreviveram às diversas reformas urbanísticas ao longo dos séculos, o pequeno Beco dos Barbeiros deve seu nome aos diversos negros barbeiros ambulantes que ocupavam sua pequena extensão à época. Aberto por exigência da Câmara Municipal, quando da construção da Igreja no século XVIII, o beco preserva sua canaleta central que recebia as águas pluviais através de calhas de ferro que ainda podem ser vistas. No geral, a pequena e estreita via ainda consegue remeter o transeunte ao passado colonial da Cidade, apesar das muitas mudanças em todo o seu entorno.
 
Foto: Alexandre Siqueira.




segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Medalhão retratando a Virgem e o Menino Jesus na portada lateral da Igreja da Ordem Terceira do Carmo


Este belo medalhão retratando a Virgem e o Menino Jesus encontra-se na portada lateral da Igreja da Ordem Terceira do Carmo, cuja fachada principal dá para a Rua Primeiro de Março. Ambas as portadas (central e lateral) do templo são em mármore de lioz e vieram de Lisboa em 1761. O portal da foto pode ser visto na esquina da Primeiro de Março com o pitoresco Beco dos Barbeiros.
 
Foto: Leo Ladeira.



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Museu Nacional de Belas Artes completou 81 anos em janeiro de 2018


No dia em que o Museu Nacional de Belas Artes completou 81 anos, sábado passado, a Olhos de Ver passou por lá e se deparou com uma intervenção artística de Alexandre Rangel em que todas as estátuas das duas Galerias de Moldagens aparecem vendadas, exceto a escultura de Vitória de Samotrácia (em primeiro plano), obviamente. O Museu Nacional de Belas Artes foi fundado em 1937 e ocupa o edifício eclético de 1908 projetado por Adolfo Morales de los Rios. Remanescente da primeira geração de edifícios da antiga Avenida Central, é uma das joias do período áureo da Avenida. Vale a visita ao Museu, que aos domingos tem entrada gratuita.
 
Foto: Alexandre Siqueira

(Obs.: as estátuas permanecerão vendadas até 25 de fevereiro, quando voltarão a "enxergar".)



quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Sobrado onde funcionou a Livraria São José, na Rua do Carmo


Abrindo os trabalhos de 2018, vemos o belo sobrado onde funcionou a Livraria São José, uma das mais tradicionais do Rio e considerada o maior sebo da América do Sul. A história da livraria tem origem na década de 1920, em um sobrado da Rua São José. Na década de 1970 ela foi transferida para a Rua do Carmo, 61, cuja fachada vemos na foto. Hoje o sebo funciona na Rua da Quitanda.
 
Foto: Leo Ladeira.



sábado, 23 de dezembro de 2017

Casario da SAARA, tradicional região de comércio da Cidade


A SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega) é tradicional região de comércio da Cidade associada a épocas festivas do ano, como o Carnaval e o Natal. É com esse registro fotográfico do casario histórico da Rua Senhor dos Passos feito na última quinta-feira que a Olhos de Ver entra em recesso de fim de ano e deseja a todos os que curtem e seguem nossa página um Feliz Natal e um Ano Novo pleno de Paz, Amor, saúde, harmonia, bênçãos e realizações. Nos vemos em 2018! Até lá!
🎅🤶👼💝🍾🥂🎄🎍🎁
 
Foto: Alexandre Siqueira.



sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Palácio Tiradentes após a restauração da fachada (2017)


O Palácio Tiradentes (1926) acaba de ter sua imponente fachada restaurada e está "tinindo de novo"! O prédio histórico deu lugar ao antigo edifício do Parlamento Imperial, onde também funcionou a chamada "Cadeia Velha", que teve como prisioneiro por 3 anos o próprio Tiradentes. Após abrigar o Senado da Câmara no século XVIII, o alojamento para a criadagem da Casa Real quando da chegada da Família Real em 1808, a sede da primeira Assembleia Geral Constituinte do Brasil, a Câmara dos Deputados, o Departamento de Imprensa e Propaganda (o DIP do Estado Novo) e a Assembleia Legislativa do Estado da Guanabara (de 1960 a 1975), com a fusão dos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro em 1975, o edifício passou a funcionar como a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (a ALERJ).
 
Foto: Alexandre Siqueira.




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Busto do prefeito Pereira Passos no entroncamento da Presidente Vargas com a Rio Branco


Mirando a Av. Rio Branco encontra-se o busto do prefeito Pereira Passos esculpido em bronze por Rodolfo Bernardelli em 1913. A obra encontra-se sobre pedestal de granito de 3m de altura. O monumento foi instalado originalmente em frente ao antigo Palácio da Prefeitura, demolido na ocasião da abertura da Av. Presidente Vargas. O busto foi transferido então para a Praia de Botafogo e, em 1975, voltou para o Centro, desta vez para a Praça Pio X, no entroncamento da Presidente Vargas com a Rio Branco, considerada um dos marcos da administração do prefeito. Ao fundo vemos a Igreja da Candelária.
 
Foto: Leo Ladeira.